No início das investigações, a Polícia Civil acreditava em suicídio, mas, após exumação do corpo da jovem, que morreu aos 23 anos, ficou comprovado, por meio de perícias e laudos técnicos, que ela foi espancada, torturada e, na sequência, assassinada. Depois, foi jogada no Portão do Inferno
Eiko foi assassinada pouco tempo depois de ser denunciada como "laranja" no suposto esquema criminoso no ramo de hortifrutigranjeiros, que seria liderado pelo tio, Júlio Uemura.
Ele foi preso durante a "Operação Gafanhoto", coordenada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado, em março do ano passado. A denúncia aconteceu no começo de abril de 2009.
Eiko Uemura era dona da empresa Eikon Atacado de Alimentos, que, segundo o Gaeco, seria utilizada pela Organização Uemura para realizar os crimes. O grupo seria especializado em aplicar golpes financeiros no comércio de Cuiabá e de várias cidades de Mato Grosso.